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ENTREGA DE CASAS

Dilma entrega casas construídas em terreno de antigo presídio no Rio

Da Redação
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A presidenta Dilma Rousseff entregou nesta segunda-feira (30), no Rio de Janeiro, dois conjuntos residenciais do Programa Minha Casa, Minha Vida no Estácio, zona norte do Rio, batizados de Zé Keti e Ismael Silva.

Os apartamentos foram construídos no terreno onde funcionou o Complexo Penitenciário Frei Caneca. Dilma lembrou que o presídio chegou a abrigar presos políticos como o escritor Graciliano Ramos e o líder comunista Luís Carlos Prestes. “Aqui era um lugar onde a privação da liberdade era regra”, disse, acrescentando que hoje o local foi transformado em lugar de alegria e moradia para famílias.  “É um recomeço e também um caminho para o futuro”, completou.

A presidenta destacou que o programa costuma entregar a titularidade dos imóveis para as mulheres porque em muitos casos elas são a chefe da família. "Quando o homem for o representante pela criação dos filhos será ele, mas na grande maioria das vezes a titularidade, ou seja, em nome de quem fica o imóvel, é em nome da mulher pelo fato dela representa a família", explicou.

O presídio foi construído em 1850 por dom Pedro II para ser a Casa de Correção da Corte. O Frei Caneca foi desativado em 2006 com a transferência dos presos para o Complexo de Gericinó, em Bangu, na zona oeste do Rio.

Dilma elogiou a iniciativa dos governos estadual e municipal de destinar a área para a construção dos conjuntos residenciais em vez de entregar para outras atividades diante do alto valor imobiliário do terreno. “Mesmo considerando o valor imobiliário que aqui seria obtido, tem mais valor para nós a moradia de 998 famílias”, disse a presidenta que, junto com o governador Luiz Fernando Pezão e o prefeito do Rio, Eduardo Paes, destacou que a parceria entre os três níveis de governo foi fundamental para a construção dos conjuntos residenciais.

O ministro das Cidades, Gilberto Occhi, pediu para os novos moradores cuidarem bem dos imóveis e das áreas comuns dos conjuntos residenciais. “Não vendam, não troquem e não façam nada que não seja morar aqui em paz com harmonia e com a graça de Deus”, aconselhou.

O ministro informou ainda que cada família beneficiada hoje vai receber da Caixa Econômica Federal o cartão Minha Casa Melhor, com o qual poderão comprar eletrodomésticos e outros bens para equipar as moradias. “Procurem pechinchar, procurem o lugar mais barato, procurem com calma comprar o que vocês precisam”, pediu.

No fim da cerimônia a presidenta citou uns versos da música Alegria, de Ismael Silva: Foi-se a tristeza, veio a alegria tinha a certeza de ser feliz algum dia. “Acho que é isso que está acontecendo hoje. Vocês tem certeza que chegou o dia de ser feliz”.

No evento de hoje, Dilma voltou a anunciar que o governo deve lançar a terceira etapa do Minha Casa, Minha Vida “em breve”, mas dessa vez não marcou uma data específica. (Agência Brasil)
 

Publicado em 01/07/2014

Governo eleva teto de preço do imóvel para compra com FGTS

BRASÍLIA, 30 Set (Reuters) - O governo decidiu nesta segunda-feira elevar o teto do valor do imóvel para compra com uso do FGTS, atendendo a um pleito feito pelo setor de construção civil há alguns anos.

 

Em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal, o teto do valor do imóvel que poderá ser comprado com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) sobe de 500 mil para 750 mil reais, enquanto nos outros Estados aumenta para 650 mil reais.

 

Apesar de ter sido elevado em 50 por cento em alguns Estados, o governo não espera que a medida impulsione os preços dos imóveis. Isso porque esse percentual é inferior à valorização dos apartamentos e casas nesses locais desde 2009, ano em que o teto para aquisição de imóveis com uso do FGTS subiu de 350 mil para 500 mil reais.

 

O FGTS foi criado na década dos anos 60 e consiste num depósito compulsório do empregador de valor equivalente a 8 por cento do salário de cada funcionário numa conta vinculada ao trabalhador. O dinheiro pode ser resgatado para compra da casa própria ou no caso de demissão sem justa causa.

 

"Isso era esperado, porque o limite de 500 mil reais tinha sido definido há alguns anos e tem havido muita discussão sobre isso... Em tese, os compradores dos apartamentos nessa faixa de preço terão um custo menor, então talvez impulsione as vendas, que foram boas no segundo trimestre apesar da fraqueza da economia", disse o analista Eduardo Silveira, da Espirito Santo Investment Bank.

 

(Por Luciana Otoni; Reportagem adicional de Asher Levine, em São Paulo)

Publicado em 01/10/2013

Especialistas dão dicas para evitar o desperdício na obra


 

Antes de dar início a uma reforma ou construção, é imprescindível fazer um planejamento detalhado de todos os materiais que serão utilizados pra não haver sustos com o orçamento. Além disso, é preciso calcular, além da mão de obra, os gastos que acontecem por conta do desperdício de material ou mau uso dos produtos.
 

Na hora de comprar pisos e revestimentos, por exemplo, é preciso levar em conta se há desenhos na peça ou se elas, em conjunto, vão formar alguma arte. Isso é importante porque há uma maior perda de material quando se formam desenhos diferentes, podendo chegar a uma margem de 20 a 25% a mais da metragem calculada. “Quando os pisos e revestimentos são simples, sem serem usadas para um efeito artístico, o recomendado é que se adquira 10% a mais de material para poder contar com o possível desperdício”.
 
A forma de preparo também deve ser realizada como ensina a embalagem, para que cimentos, argamassas e rejuntes não tenham sua consistência modificada, levando a um maior consumo de material e até mesmo a um aumento no tempo de cura. “O uso de produtos certificados é imprescindível para garantir a qualidade da construção. As nossas argamassas são certificadas pelo ISO 9001 e pelo Programa Setorial da Qualidade de Argamassas Colantes com o selo do Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat (PBQP-H) do ministério das Cidades do Governo Federal, o que prova ao consumidor que elas passam por rigoroso teste de qualidade e não correm o risco de se soltarem com o tempo, colocando em risco a integridade física dos moradores e também elevando o custo da obra”.
 

 

Publicado em 07/08/2013